Safaga

Uma cidade calma com praias de dunas de areia
Uma porta de entrada para as maravilhas do Luxor
O complexo do Templo de Karnak

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Safaga

Seguindo os passos dos Faraós

O porto Safaga (Bur Safaga, em Árabe), onde seu navio de cruzeiro da MSC aguarda seu retorno, é uma vila no litoral do Mar Vermelho.

A cidade, cuja economia é conduzida pelas minas de fosfato, consiste em uma única avenida varrida pelo vento que segue em linha reta, passando por caixas de concreto com sinais em negrito proclamando sua função.
Depósitos e gruas identificam o porto, que segue ao lado (mas permanece fora do alcance) pela maior parte do caminho. No entanto, no interior do Porto Safaga, uma excursão terrestre em sua MSC Grand Voyages pode ser a oportunidade para descobrir Luxor e a avassaladora concentração de relíquias da região.

Uma meca turística, desde que os barcos a vapor começaram a trazer, no século XIX, os visitantes que vêm para ver as ruínas de Tebas, a capital do novo reino do antigo Egito e os locais associados a ela. A cidade por si só ostenta o Templo de Luxor, um gracioso ornamento para a sua orla e “centro da cidade”, enquanto a mais ou menos uma milha para o norte fica o Templo de Karnak, um estupendo complexo construído a mais de 1.300 anos. Cruzando o rio ficam as maravilhosas tumbas e templos mortuários da Necrópole de Tebas, uma atração imperdível em sua viagem ao Egito.

Em uma cidade onde o turismo representa 85% da economia, não é de se surpreender que você não possa se mover sem ser importunado para entrar em uma loja ou alugar um calèche, mas assim que você conhece algumas características e começa a entender, Luxor se torna uma descolada novela com um elenco formado por milhares de pessoas.

O Templo de Luxor fica distante do coração da cidade, enobrecendo a vista da orla e Midan el-Haggag com suas grandes colunas e pilares.

Lugares imperdíveis em Safaga

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Egito

Na sombra das pirâmides
Na sombra das pirâmides

Os antigos gregos e romanos começaram a tendência, chegando para se supreender com as pirâmides e os Colossos de Tebas.


Durante os tempos coloniais, Napoleão e os britânicos saquearam os tesouros do Egito para encher seus museus nacionais, desencadeando uma corrente de turistas que eventualmente se tornaram uma inundação de viajantes, levados a cruzeiros pelo Nilo e a palestras sobre egiptologia apresentadas pelo empreendedor Thomas Cook. Um cruzeiro para o Egito hoje ostenta não apenas os monumentos do Vale do Nilo, os mercados souk, mesquitas e madraçais do Cairo islâmico, mas também fantásticos recifes de corais e peixes tropicais, dunas, antigas fortalezas, mosteiros e arte rupestre. 

De sua fronteira sudanesa até as margens do Mediterrâneo, o Vale do Nilo e seu Delta são ladeados por resíduos áridos, este último tão vazio quanto o anterior está cheio de pessoas. Esta gritante dualidade entre a movimentação e a desolação é fundamental para o caráter do Egito e formou seu desenvolvimento desde os tempos históricos, transmitindo continuidade para diversas culturas e pessoas por mais de sete milênios. Embora a maioria dos visitantes viaje para o Egito por conta de seus monumentos, a lembrança que perdurará provavelmente será de suas pessoas e de seu modo de vida.