Alexandria

Uma verdadeira cidade a beira-mar
Uma livraria icônica e hipermoderna
O bairro central de El-Manshiya

Procurar cruzeiros no Mediterrâneo

Alexandria/Cairo

A antiga capital egípcia

Alexandria foi a capital do Egito por quase mil anos antes de desaparecer com o tempo para então renascer na era moderna como a metrópole europeizada. Em Árabe, a cidade é chamada de Al-Iskandariya, em homenagem ao seu fundador Alexandre, o Grande.
Para os visitantes que navegam em um cruzeiro para o Egito, as três principais atrações da cidade moderna são sua icônica biblioteca, o Museu Nacional de Alexandria e o Teatro Romano (todas elas na periferia do centro da cidade, quinze minutos caminhando a partir do central Midan Sa’ad Zaghloul).

Alexandria se estende ao longo do Mediterrâneo por 20Km sem nunca entrar mais do que 8Km em terra – uma verdadeira cidade à beira-mar. Com uma excursão de cruzeiro pelo Mediterrâneo da MSC você também pode visitar seu grande Corniche, que se arrasta ao redor do Porto Oriental e ao longo do litoral passando por uma faixa de praias urbanas até Montazah e Ma’amoura, reduzindo antes de chegar à última praia, Abu Qir. A maior parte dos turistas estrangeiros frequentam o bairro central de El-Manshiya, onde podem ser encontrados diversos restaurantes em poucas quadras, em ambos os lados, ou mais para dentro da cidade, de Midan Sa’ad Zaghloul.

O Corniche (e a brisa que sopra para dentro cidade) faz com que a orientação básica seja bem simples, mas os pontos mais delicados ainda podem ser estranhos e mesmo os mapas mais atualizados não mostram todas as ruas estreitas do centro da cidade. Começando como uma ruela saindo de Midan Sa’ad Zaghloul, Sharia Nabi Daniel, se expande até se tornar uma movimentada rua comercial que segue em direção à estação Masr, passando por uma sinagoga, uma catedral cóptica e uma mesquita – cada uma delas relacionada a diferentes facetas da história de Alexandria – no caminho.

O único vestígio do que existiu aqui na antiguidade, no entanto, é o alinhamento da rua, que segue a antiga Rua de Soma, uma ampla via pública pavimentada em mármore que deslumbrou os árabes em 641, mesmo que suas melhores construções já tenham desaparecido.

Lugares imperdíveis em Alexandria

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Egito

Na sombra das pirâmides
Na sombra das pirâmides

Os antigos gregos e romanos começaram a tendência, chegando para se supreender com as pirâmides e os Colossos de Tebas.


Durante os tempos coloniais, Napoleão e os britânicos saquearam os tesouros do Egito para encher seus museus nacionais, desencadeando uma corrente de turistas que eventualmente se tornaram uma inundação de viajantes, levados a cruzeiros pelo Nilo e a palestras sobre egiptologia apresentadas pelo empreendedor Thomas Cook. Um cruzeiro para o Egito hoje ostenta não apenas os monumentos do Vale do Nilo, os mercados souk, mesquitas e madraçais do Cairo islâmico, mas também fantásticos recifes de corais e peixes tropicais, dunas, antigas fortalezas, mosteiros e arte rupestre. 

De sua fronteira sudanesa até as margens do Mediterrâneo, o Vale do Nilo e seu Delta são ladeados por resíduos áridos, este último tão vazio quanto o anterior está cheio de pessoas. Esta gritante dualidade entre a movimentação e a desolação é fundamental para o caráter do Egito e formou seu desenvolvimento desde os tempos históricos, transmitindo continuidade para diversas culturas e pessoas por mais de sete milênios. Embora a maioria dos visitantes viaje para o Egito por conta de seus monumentos, a lembrança que perdurará provavelmente será de suas pessoas e de seu modo de vida.