Gibraltar

Um rochedo britânico no Mediterrâneo 
Upper Rock Nature Reserve (Reserva Natural do Rochedo Superior)
Macacos sem cauda por toda parte

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Gibraltar

A cidade dos macacos-de-gibraltar

Em qualquer viagem pelo Mediterrâneo, o atraente em Gibraltar está essencialmente em sua inovação: a atração genuína de sua presença física e de sua preservação como uma das últimas colônias britânicas.

Durante uma excursão a Gibraltar descobrimos o layout simples da cidade, localizado na estreita faixa de terra na margem ocidental da península, à sombra do rochedo imponente.

A rua principal (La Calle Real) segue por quase toda a extensão da cidade, a poucas quadras do porto. Na rua principal e seus arredores ficam a maioria das lojas, além de muitos dos hotéis e pubs de estilo britânico. Próximo à extremidade sul da rua principal, pegue o teleférico, que o levará ao cume via Apes’ Den até a metade do caminho, um mirante seguro para observar os macacos sem cauda. Após chegar ao topo é possível descer a pé, uma caminhada agradável de vinte a trinta minutos.

Do alto do rochedo pode-se ver do Estreito de Gibraltar até as Montanhas Atlas do Marrocos além da cidade e do sistema elaborado de captação de água cortado na lateral do rochedo.

A área no topo do rochedo, que contém Apes’ Den, St Michael’s Cave e outras atrações, é chamada de Upper Rock Nature Reserve (Reserva Natural do Rochedo Superior). Para descer a pé do alto do rochedo (20 minutos), siga a Signal Station Road e St Michael’s Road até O’Hara’s Road e os Degraus do Mediterrâneo, uma descida íngreme na maior parte do percurso do lado leste, contornando o canto sul do rochedo. Passe pelo Jews’ Gate e pegue a Engineer Road, de onde o retorno à cidade é através de Alameda Gardens.

Lugares imperdíveis em Gibraltar

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    Gibraltar

    Os pilares britânicos de Hércules
    Os pilares britânicos de Hércules

    Os principais destaques de um cruzeiro para Gibraltar são suas novidades: o genuino apelo da presença física de sua rocha e a atração de sua preservação como uma das últimas colônias britânicas.

    Pela maior parte de sua história, Gibraltar existiu em entre dois mundos, sem que fizesse parte real de nenhum deles. É um lugar curioso, inclusive para testemunhar o processo de sua abertura para o turismo de massa a partir da Costa del Sol. Ironicamente, isso ameaça tanto destruir a alta sociedade individual de Gibraltar como fazer dela muito mais britânica.

    Atualmente, o boom econômico desfrutado por Gibraltar nos anos 1980, seguido da reabertura de suas fronteiras com a Espanha, entrou em declínio e o futuro da colônia – independente de sua população concordar ou não – quase que certamente envolve laços mais estreitos com a Espanha. No entanto, os gibraltinos se agarram ao status britânico e todas as suas instituições são moldadas na linha britânica. Contrário à crença popular, conforme você descobrirá em seu cruzeiro pelo Mediterrâneo MSC para Gibraltar, eles não têm sangue totalmente espanhol nem britânico, são na verdade uma etnia mista descendente de antepassados genoveses, portugueses, espanhóis, menorquinos, judeus, malteses e britânicos.